O relato inusitado do padre americano Gerald Johnson tem dado o que falar nas redes sociais. Em 2016, após sofrer um infarto, o religioso viveu uma experiência de quase-morte que, segundo ele, não o levou para o céu como esperava, mas para um lugar bem mais sombrio. E, para a surpresa de muitos, a trilha sonora desse cenário infernal incluía hits pop mundiais.
Em um vídeo compartilhado no TikTok, Johnson descreveu o episódio com detalhes impressionantes. Ele afirma que seu espírito deixou o corpo físico e, em vez de ascender, foi levado para as profundezas. Lá, ele garante ter ouvido músicas que conhecemos muito bem, como Umbrella, de Rihanna, e Don’t Worry, Be Happy, de Bobby McFerrin.
Segundo o padre, não se tratava das versões originais, mas de uma interpretação demoníaca. Ele explicou que as letras eram as mesmas que ouvimos na Terra, mas entoadas por entidades com o objetivo de atormentar as almas, lembrando os condenados de que eles não usaram a música para adorar a Deus enquanto estavam vivos.
A história parece saída de um roteiro de ficção, mas a ciência oferece explicações mais terrenas para o ocorrido. Médicos apontam que, durante uma parada cardíaca, o cérebro pode sofrer hipóxia, ou seja, uma queda drástica nos níveis de oxigênio. Esse estado é capaz de induzir alucinações vívidas e sensações de desdobramento, que o cérebro tenta interpretar com base nas crenças e no repertório cultural de cada indivíduo.
Para um homem de fé como Johnson, é natural que sua mente tenha traduzido o trauma neurológico em uma narrativa espiritual repleta de simbolismos religiosos. Soma-se a isso a descarga de neurotransmissores como dopamina e serotonina em momentos de estresse extremo, que podem conferir um tom de realidade intensa a essas visões.
Enquanto o padre compartilha suas experiências sobrenaturais, os fãs de Rihanna continuam focados em algo bem mais concreto: o aguardado novo álbum da cantora, o R9. Após anos de espera, a artista revelou recentemente que está retornando aos estúdios. Resta saber se, quando as novas músicas finalmente chegarem, elas serão tão marcantes a ponto de atravessar dimensões, como o padre Gerald Johnson sugeriu ter acontecido com os sucessos do passado.