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Comandante dos EUA afirma que Trump foi “escolhido por Jesus para desencadear o Armagedom contra o Irã”

Comandante dos EUA afirma que Trump foi “escolhido por Jesus para desencadear o Armagedom contra o Irã”

O cenário de tensão no Oriente Médio atingiu um nível crítico após o início de uma ofensiva militar conjunta entre Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos no Irã. Os combates, que ganharam força no final de fevereiro, culminaram em bombardeios precisos em Teerã, resultando na morte do líder supremo iraniano, Ali Hosseini Khamenei.

Em represália, o Irã lançou contra-ataques a instalações americanas e de aliados em países como Kuwait, Omã, Bahrein e Dubai. O episódio mais grave ocorreu no Kuwait, onde seis soldados americanos foram mortos, exacerbando o medo de uma escalada bélica regional. Diante disso, Donald Trump alertou que o conflito poderia ser prolongado, gerando incertezas sobre as consequências financeiras e humanas para os Estados Unidos.

No entanto, um aspecto inusitado e alarmante emergiu de dentro das próprias forças armadas americanas: denúncias de que comandantes militares estariam utilizando retórica religiosa para justificar a guerra. Relatos enviados à Military Religious Freedom Foundation (MRFF) indicam que oficiais de alta patente têm doutrinado subordinados com interpretações apocalípticas sobre o conflito.

Segundo documentos encaminhados à fundação, comandantes teriam afirmado abertamente que a guerra faz parte de um “plano divino”. Em relatos chocantes, militares afirmaram ter ouvido de seus superiores que Donald Trump teria sido “ungido por Jesus para acender o fogo inicial no Irã e provocar o Armagedom”.

O jornalista independente Jonathan Larsen aponta que a situação é generalizada. Até o momento, a MRFF recebeu cerca de 110 denúncias formais provenientes de mais de 40 unidades militares distribuídas por 30 instalações diferentes. As queixas relatam que o uso de passagens do Livro do Apocalipse para descrever as operações militares está minando a coesão das tropas e ferindo o juramento de lealdade à Constituição americana.

Mikey Weinstein, presidente da Military Religious Freedom Foundation, destacou que muitos oficiais demonstram um entusiasmo perturbador ao interpretar a guerra como o cumprimento de profecias bíblicas. Para Weinstein, esse comportamento dentro da hierarquia militar representa uma ameaça grave à disciplina e à neutralidade das forças armadas, transformando estratégias geopolíticas em uma cruzada de cunho religioso.

Paulo Bravo

Paulo Bravo

CEO e Fundador do Blog Detalhe Curioso (2025). Sua principal fonte de Curiosidades e Mistérios baseados em Fatos Reais. Veja mais artigos →