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Trump revela seu próximo alvo e faz um alerta assustador: “eles cairão em breve”

Trump revela seu próximo alvo e faz um alerta assustador: “eles cairão em breve”

O cenário geopolítico mundial vive momentos de alta tensão após declarações contundentes de Donald Trump. Dias depois de forças dos Estados Unidos e de Israel lançarem uma ofensiva militar contra alvos estratégicos no Irã — desencadeada pelo colapso das tratativas sobre o programa nuclear iraniano em 28 de fevereiro —, o presidente americano voltou a sinalizar que sua agenda de política externa terá novos alvos prioritários.

Um dos desdobramentos mais críticos dessa ofensiva no Oriente Médio foi a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, o que forçou o país a iniciar um delicado processo de sucessão para o posto mais alto de sua estrutura política e religiosa. No entanto, Trump já projeta seus próximos passos para uma região muito mais próxima às fronteiras americanas.

Em entrevista à CNN na última sexta-feira, o presidente direcionou sua atenção a Cuba. "Cuba vai cair muito em breve, aliás. Eles querem fazer um acordo desesperadamente", afirmou, em tom direto. Trump revelou que pretende delegar ao senador Marco Rubio a condução dessas negociações: "Eles querem um acordo, então vou colocar o Marco lá para vermos como isso funciona. Estamos muito focados nisso agora; Cuba está pronta depois de 50 anos."

O histórico entre Washington e Havana é marcado por décadas de atritos que remontam à Revolução Cubana de 1959. O conflito, que se intensificou com a fracassada invasão da Baía dos Porcos em 1961 e a tensa Crise dos Mísseis em 1962, consolidou o embargo econômico como pilar da política externa dos EUA para a ilha. Embora tenha havido uma tentativa de reaproximação durante o governo Obama, a estratégia americana endureceu novamente sob a gestão de Trump desde 2017 e com o reforço das sanções em 2025.

Paralelamente, a postura de Washington em relação ao Irã permanece inabalável. Através da plataforma Truth Social, Trump afastou qualquer possibilidade de diplomacia convencional com Teerã.

"Não haverá acordo com o Irã, exceto a rendição incondicional", declarou. O presidente afirmou ainda que, uma vez definida a nova liderança iraniana, os Estados Unidos e seus aliados pretendem intervir na reconstrução da economia local. Segundo ele, o objetivo seria "trazer o Irã de volta da beira da destruição" e impulsionar seu crescimento econômico, desde que sob novos termos impostos por Washington.