Encontre o assunto que lhe trouxe cá utilizando o ícone de pesquisa na barra abaixo, pesquise pelo título da matéria.

Mãe esconde câmera no cabelo do filho autista após receber reclamações da escola e descobre uma verdade perturbadora

Mãe esconde câmera no cabelo do filho autista após receber reclamações da escola e descobre uma verdade perturbadora

Desconfiada de que algo estava errado com seu filho, uma mãe do Kentucky, nos Estados Unidos, tomou uma atitude drástica para descobrir o que realmente acontecia dentro da sala de aula. Semaj, um menino autista e não verbal, frequentava a Field Elementary School e, segundo a mãe, Tiphanee Lee, o comportamento dele começou a despertar preocupações após frequentes reclamações da escola.

Como o filho não conseguia relatar o que vivenciava no ambiente escolar, a barreira da comunicação tornava a situação angustiante para a família. Decidida a encontrar respostas por conta própria, Tiphanee optou por esconder uma pequena câmera no cabelo de Semaj, sem imaginar que os registros revelariam uma realidade perturbadora.

Mãe esconde câmera no cabelo do filho autista após receber reclamações da escola e descobre uma verdade perturbadora

As imagens, que vieram a público após serem compartilhadas por Tiphanee com a imprensa local, mostram Semaj em uma sala acompanhado por uma funcionária da instituição. Embora o ângulo da câmera não torne evidente uma agressão física direta, o vídeo registra movimentos bruscos da cabeça da criança. Em outro momento, é possível ouvir a funcionária gritando ordens como "Saia de cima de mim agora!", seguidas por sons de choro e gritos de desespero do menino.

Para Tiphanee, o conteúdo do vídeo é devastador. Em coletiva de imprensa, ela desabafou que nenhum pai deveria ser submetido a ver ou ouvir o que encontrou na gravação. A mãe enfatizou que o filho, incapaz de se defender, foi colocado em uma posição de extrema vulnerabilidade, medo e impotência.

Mãe esconde câmera no cabelo do filho autista após receber reclamações da escola e descobre uma verdade perturbadora

"Eu sou a voz dele e vou lutar por ele", declarou Tiphanee. Ela ressaltou que a família depositou confiança na escola para garantir o bem-estar e a dignidade do menino, mas, em vez disso, sentiu que ele foi ferido e negligenciado por aqueles que deveriam ser seus protetores.

Diante da gravidade das denúncias, Tiphanee exige uma investigação rigorosa sobre o caso. A diretora da escola, Deb Rivera, enviou uma carta aos pais afirmando que a segurança dos alunos é a prioridade da instituição. Embora tenha pontuado que não poderia comentar detalhes sobre funcionários específicos, Rivera garantiu que as acusações estão sendo tratadas com seriedade em parceria com o distrito escolar, seguindo os procedimentos oficiais para a devida apuração dos fatos.