Uma imagem vale mais que mil palavras, mas, neste caso, ela vale quase um trilhão de dólares. A posse de Donald Trump como o 47º presidente dos Estados Unidos, realizada em 20 de janeiro de 2025, não foi apenas um evento político, mas um verdadeiro desfile de poder econômico sem precedentes.
O Capitólio tornou-se, por algumas horas, o ponto de encontro de algumas das mentes e contas bancárias mais poderosas do planeta. Um registro fotográfico feito durante a cerimônia viralizou rapidamente nas redes sociais, capturando cinco personalidades cujas fortunas somadas superam a impressionante marca de 887,9 bilhões de dólares.
No centro das atenções, claro, estava Elon Musk. Considerado o homem mais rico do mundo, com um patrimônio estimado em 428,8 bilhões de dólares — fruto de sua trajetória que passa pelo PayPal, Tesla e a compra da rede social X —, ele dividiu o espaço com outros gigantes da tecnologia e influenciadores globais.
Jeff Bezos, o titã da Amazon que começou com uma modesta livraria online em uma garagem em 1994, também marcou presença ao lado de sua noiva, Lauren Sanchez. Hoje, Bezos acumula 244,4 bilhões de dólares, enquanto Sanchez, renomada jornalista e fundadora da Black Ops Aviation, agrega sua própria trajetória de sucesso com uma fortuna avaliada em 30 milhões de dólares.
A lista de bilionários não parou por aí. Mark Zuckerberg, o homem por trás da Meta e do império Facebook, estava lá com seus 213,4 bilhões de dólares. Sundar Pichai, que lidera o Google desde 2019, também apareceu no registro, representando um patrimônio consolidado de 1,3 bilhão de dólares.
O evento foi tão exclusivo que, mesmo fora dessa foto específica, o Capitólio abrigava outros nomes de peso. Larry Ellison, o cérebro da Oracle com seus 213,2 bilhões de dólares, e Bernard Arnault, o magnata do luxo da LVMH e detentor de marcas como Louis Vuitton e Dior, com 184,2 bilhões de dólares, completavam o cenário.
Somando todos esses nomes, a riqueza total reunida no Capitólio ultrapassou a barreira de 1 trilhão de dólares. A cena provocou reações intensas nas redes sociais. Entre o espanto e o sarcasmo, internautas comentaram que havia "bilionários demais em um único quadro" e sugeriram, com um toque de ironia, que o grupo teria capital suficiente para quitar a dívida nacional americana.
A presença desses magnatas — somada aos 6,3 bilhões de dólares de fortuna pessoal de Donald Trump — é um reflexo claro da nova era das relações americanas, onde as fronteiras entre a influência da tecnologia, o sucesso empresarial e o poder político estão cada vez mais tênues.