O horizonte dos oceanos está prestes a ganhar um novo gigante. O Ulyssia, um projeto visionário encabeçado pelo bilionário suíço Frank Binder, promete redefinir o que significa viver com luxo absoluto em alto-mar. Com 324 metros de comprimento, esta embarcação não é apenas um navio, mas uma das maiores propriedades privadas já imaginadas para navegar pelo mundo.
Diferente dos navios de cruzeiro convencionais, como o Icon of the Seas, que priorizam a quantidade massiva de passageiros, o Ulyssia foca na exclusividade. O gigaiate contará com apenas 133 residências e 22 suítes, garantindo que o espaço e a privacidade sejam os grandes protagonistas da experiência.
O investimento por trás dessa maravilha da engenharia é colossal: cerca de US$ 1,5 bilhão. Para fazer parte desse seleto clube flutuante, o desembolso inicial é à altura. As unidades residenciais começam na casa dos US$ 10,5 milhões, enquanto o valor médio gira em torno de US$ 19 milhões. Para quem busca o ápice da sofisticação, as coberturas podem ultrapassar os 1.400 metros quadrados, com preços que alcançam os US$ 60 milhões.
Frank Binder, herdeiro do império farmacêutico Merck, fez questão de distanciar o projeto da estética dos cruzeiros tradicionais. O design foi concebido para manter a elegância de um iate clássico, utilizando paredes de vidro do chão ao teto para integrar, de forma quase invisível, o luxo interno à vastidão do mar.
A sustentabilidade também é um pilar central. A embarcação será equipada com um sistema de propulsão híbrido, operando com metanol verde, biocombustíveis e painéis solares para carregar baterias. O objetivo é reduzir drasticamente o impacto ambiental, sem sacrificar a potência ou o conforto.
Para garantir que cada detalhe interno seja impecável, o projeto conta com o talento de Francesca Muzio, uma designer renomada que já imprimiu seu estilo em mais de uma centena de iates de alto padrão ao redor do mundo.
A construção do Ulyssia deve ser iniciada até setembro de 2025, com a entrega prevista para algum momento entre 2028 e 2029. Mais do que uma embarcação, o projeto desenha o futuro das comunidades flutuantes, criando um refúgio móvel para quem deseja explorar o globo sem abrir mão do conforto de uma mansão de luxo.