Elon Musk, o magnata por trás da Tesla e da SpaceX, viu seu nome envolvido em um novo e complexo processo judicial. Desta vez, o bilionário de 53 anos enfrenta alegações de paternidade feitas por Ashley St. Clair, uma influenciadora de 26 anos que afirma ser mãe do que seria o 13º filho do empresário.
A história ganhou força em fevereiro, quando St. Clair publicou nas redes sociais que deu à luz um menino há cinco meses, apontando Musk como o pai. Segundo ela, a decisão de revelar a paternidade veio como uma forma de antecipar possíveis vazamentos da imprensa sensacionalista, priorizando, ainda assim, a privacidade da criança.
No processo, St. Clair busca a custódia exclusiva e solicitou oficialmente o reconhecimento da paternidade. Nos documentos judiciais, a influenciadora afirma que viveu um romance com o empresário a partir de maio de 2023. O bebê teria nascido em setembro de 2024, período em que, segundo a autora da ação, o bilionário não teria comparecido ao hospital.
Após um período de silêncio, a equipe jurídica de Musk entrou em cena. O empresário contratou advogados para combater as alegações e conseguiu que o caso tramitasse em segredo de justiça. Com essa medida, detalhes sensíveis — como a frequência com que Musk teria visitado a criança — foram retirados do acesso público. Registros anteriores indicavam que ele teria encontrado o menino apenas três vezes desde o nascimento.
Este episódio se soma a um cenário pessoal já conturbado para o dono da X (antigo Twitter). Musk mantém uma relação pública e tensa com sua ex-parceira, a cantora Grimes. Recentemente, a artista criticou a exposição do filho do casal, X AE A-XII, em eventos públicos ao lado do empresário, chegando a acusá-lo de negligência em momentos de fragilidade médica do menino.
Atualmente, o bilionário é pai de outros doze filhos, frutos de diferentes relacionamentos. Enquanto o processo corre sob sigilo, a estratégia de St. Clair de levar a disputa para a esfera judicial chama a atenção por divergir da discrição com que celebridades costumam tratar questões de filiação.
Nem Musk nem seus representantes fizeram comentários públicos sobre o caso. Enquanto a batalha legal avança nos tribunais, o empresário segue focado nas operações de suas companhias, provando que, mesmo para uma das figuras mais poderosas do planeta, a vida privada pode se tornar tão volátil quanto o mercado de tecnologia.