Você pode até bancar o corajoso para os seus amigos, mas, sejamos sinceros: todo mundo esconde um medo peculiar. Se o pavor de aranhas, altura ou aves já é bastante comum, o que dizer de fobias que nem sabíamos que existiam até nos depararmos com elas?
Existem casos como a nomofobia ou a misofonia, que muitas vezes passam despercebidos. No entanto, há um fenômeno que vem tirando o sono de muita gente ultimamente: a submecanofobia. Trata-se do medo irracional de objetos criados pelo homem que estão total ou parcialmente submersos na água.
Se a simples visão de uma estátua submersa, uma hélice de navio ou uma estrutura metálica no fundo do oceano faz o seu estômago revirar, talvez você integre esse grupo. Por ser algo que raramente encontramos no dia a dia, muitas pessoas só descobrem esse receio ao se depararem com imagens específicas.
Para quem deseja testar seus limites, circula pela internet uma coletânea de fotos projetada justamente para despertar esse medo. A seleção reúne registros sinistros de minas inundadas, destroços de embarcações que parecem saídas de um filme de terror e até escadarias que mergulham em profundidades escuras e desconhecidas.
Uma imagem em particular tem sido responsável por causar sustos coletivos. Trata-se de uma estátua submersa que, mesmo para quem não sofre de fobia, causa uma reação de repulsa imediata. Relatos nas redes sociais variam entre pessoas que sentiram a alma deixar o corpo por alguns segundos e outras que ficaram genuinamente confusas sobre a origem do seu mal-estar.
Para muitos, o teste serve como um alívio: a prova de que estão livres dessa fobia. Já para outros, a experiência é uma revelação incômoda. Alguns internautas confessaram que o medo real não é do objeto em si, mas do que ele representa: a escuridão e o mistério de algo construído pelo homem que agora repousa onde a luz não alcança.
Ao final, esse teste viral provou ser muito mais do que apenas uma curiosidade passageira; ele se tornou uma jornada para descobrir o que realmente se esconde nas profundezas da nossa mente. E você, teria coragem de encarar essas imagens sem desviar o olhar?